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Salvaguarda, salva mesmo?

Como a maioria deve saber, sou formado em, fiz dois dos meus três trabalhos de conclusão sobre o vinho e pretendo fazer um mestrado na área de bebidas. No último dia 23/04/2012, comprei um vinho brasileiro, da serra gaucha, pois gosto de experimentar o produto nacional, independente do tipo, gosto de incentivar e apreciar nosso mercado, que por sinal faz coisas muito boas.

Mas o que realmente me incentivou a comprar foi a tal da salvaguarda, vou colocar minha rápida opinião sobre a lei da salvaguarda para vinhos. O vinho em questão teve um custo para mim de R$18,90, um Tanat 2008, não muito caro e nem muito barato, qual foi minha expectativa com o vinho? Que estaria tomando um bom vinho, por este valor. Minha surpresa, o vinho não era bom, tinha defeitos clássicos de um vinho de R$10,00. Pouco corpo, pouco álcool pouco tudo. Moral, não adianta fazer salvaguarda e continuar produzindo vinhos de qualidade inferior, quem gosta de vinho vai pagar mais por um produto de qualidade. Tem outro detalhe, a salvaguarda não é aumento de impostos, e sim cota para vinhos importados, então o aumento será por procura maior que oferta.

Acho que a solução é educar o público a comprar vinhos nacionais de qualidade, ainda existe uma tendência de que vinho e produtos nacionais não são bons, isso é lenda, tem coisa muito boa sendo feita por aqui, vinhos e cervejas, falando de bebidas. O que precisa ser feito é uma conscientização do público, um aumento de incentivos para os produtos, especialmente o vinho, nacional e um controle sobre o que é produzido e importado.

Se o vinho que tomei fosse o primeiro nacional, eu teria uma péssima impressão sobre o produto e acabaria generalizando, como a maioria faz, dizendo que nosso produto não tem qualidade, mas sei que não é assim, sei que com um pouco mais de investimento é possível comprar um vinho de boa qualidade nacional. Sei também que grandes vinhos nacionais são produzidos por aqui, é tudo uma questão de escolha certa e para isso é necessário um conhecimento
básico, e é ai que o investimento e o foco do governo deveria estar concentrado, não regular as coisas pelo poder do dinheiro. Mas isso fica para outra hora, até lá leiam e se informem sobre a salvaguarda. Garanto que se o vinho fosse R$10,00 e não R$18,90 eu teria minhas expectativas atendidas, custo benefício.

Essa é a minha opinião, qual é a sua?

Abraços.

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Comemorações pelo dia do Vinho

Olá a todos, aqueles que me conhecem sabem que sou um apaixonado por vinho, assim sendo, não poderia deixar de registrar o que o governo do Estado do Rio Grande do Sul, em parceria com outras instituições, estão fazendo para comemorar o Dia do Vinho celebrado no dia 27 de maio.

Serão 10 dias de atividades e eventos especiais em cidades específicas e importantes para o vinho Gaúcho.

Início no dia 27/05/2011 e vai até 05/06/2011, para maiores informações acessem o site http://www.diadovinho.com.br/

Agora se você é do Vale do Sinos ou está indo para Gramado/Canela, tenho uma boa dica para comprar aquele vinho especial e ainda bater um papo com simpáticos conhecedores de vinhos.

Em São Leopoldo: Osmar Vinhos, ótimas opções, de nacionais a importados, além de um Osmar simpático e atencioso que até uma provinha de vinho te oferece.

Rua São Joaquim, 1063 – Centro – São Leopoldo , RS | Telefone: 51 3037-3455

Em Canela: Velha Laje Vinhos, excepcionais rótulos disponíveis e se tem algum vinho que gostaria em particular, o Jadir pode importar especialmente para você. Converse com ele, além de vinho ele entende de gastronomia, facilitando a harmonização. A adega é como se fosse a da casa dele.

Maiores informações acesse o site http://www.velhalaje.com.br/

Era isso, espero que tenham gostado das dicas.

Tim-Tim!

Chef Du.


D.O.M. de Alex Atala fazendo bonito

O restaurante D.O.M., do chef Alex Atala, conquistou a posição de sétimo melhor restaurante do mundo no ranking da revista britânica “Restaurant”. Na lista de 2010, o restaurante brasileiro aparecia em 18º lugar,  melhor posição de um restaurante na América Latina.

Além do D.O.M., mais dois restaurantes brazucas estão fazendo bonito, o Fasano, na 59º posição, e Maní, em 74º lugar na lista dos 100 melhores do mundo. Ocupando assim lugar de destaque no cenário gastronômico mundial.

O restaurante dinamarquês Noma, do chef René Redzepi ocupa o primeiro lugar seguido pelos espanhóis El Celler de Can Roca e Mugaritz. O ranking da revista “Restaurant” é feito a partir de votos de mais de 800 jurados ligados à gastronomia em várias partes do mundo.

Alex Atala foi batizado como Milad Mack. Nasceu em 1968 na Mooca e cresceu em São Bernardo do Campo. Na adolescência, aderiu ao movimento punk, saiu de casa e tornou-se DJ do extinto clube Rose Bom Bom. Com 18 anos, pegou sua mochila e foi para a Europa. Para sobreviver, virou pintor de paredes na Bélgica. Um amigo sugeriu que fizesse um curso profissionalizante em gastronomia para ganhar mais dinheiro. Alguns anos depois, Milad Mack tornou-se um dos maiores nomes da gastronomia nacional. O nome de seu restaurante, D.O.M., é acrônimo de Deo Optimo Maximo, “Deus é ótimo e máximo”.

Informações da Época São Paulo

Veja a lista completa no BASILICO

Quem sabe o que mais este talentoso chef tem a nos mostrar.

Abraços

Chef Du.