Arquivo do autor:Chef Du

A praça é nossa!

Olá, no último sábado, dia 13/06/2015, aconteceu, pela primeira vez, o evento PRAÇA – Ocupação Cultural e Gastronômica, na praça Monsenhor Edmundo Backes na cidade de Novo Hamburgo, RS. Acabei participando do evento com uma barraca de comida, primeira vez. Fui a vários eventos destes que fornecem algum tipo de comida de rua, tanto com barracas quanto com os Food Trucks, mas este tem um apelo muito mais interessante, levar a comunidade a freqüentar as praças, estas tão abandonadas nas cidades. Alguns pontos positivos do evento, duração das 12:00 as 20:00 possibilitando que as pessoas e famílias escolham qual o melhor horário para aproveitar o evento, chimarrão do meio dia, da tarde ou do por do sol. Somente 5 barracas de comida, 4 barracas com cervejas artesanais e uma com água e sucos orgânicos. Parece ruim poucas opções, mas é bom para o público, que não perde tempo atrás de seu lanche e para quem está fornecendo a alimentação. Artesanato local dando mais opções do que somente comer e ir embora. Música mecânica e ao vivo, com qualidade, fazendo com que o público permaneça na praça por muito mais tempo. Por fim, pouca fila e espera para comprar sua refeição e sua bebida.

Conclusão, o evento foi muito bem aceito pelo público que entendeu a proposta de ocupar a praça, trazendo cadeiras, suas crianças e toda a família. Com isso quem sabe a prefeitura não melhore a infra-estrutura das praças, fazendo com que a população freqüente sem um motivo específico, somente para aproveitar o espaço ao ar livre.

Outro comentário pertinente, todos se comportaram muito bem, não teve nenhum copo plástico ou papel jogado no chão, deixando o local limpo, claro que a quantidade de lixeiras era compatível com o número de pessoas.

Foi? Gostou? Quer ir de novo? Não foi? Quer ir? Fiquem ligados no facebook pois com certeza novas edições devem acontecer.

facebook da praça

Até.

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Salvaguarda, salva mesmo?

Como a maioria deve saber, sou formado em, fiz dois dos meus três trabalhos de conclusão sobre o vinho e pretendo fazer um mestrado na área de bebidas. No último dia 23/04/2012, comprei um vinho brasileiro, da serra gaucha, pois gosto de experimentar o produto nacional, independente do tipo, gosto de incentivar e apreciar nosso mercado, que por sinal faz coisas muito boas.

Mas o que realmente me incentivou a comprar foi a tal da salvaguarda, vou colocar minha rápida opinião sobre a lei da salvaguarda para vinhos. O vinho em questão teve um custo para mim de R$18,90, um Tanat 2008, não muito caro e nem muito barato, qual foi minha expectativa com o vinho? Que estaria tomando um bom vinho, por este valor. Minha surpresa, o vinho não era bom, tinha defeitos clássicos de um vinho de R$10,00. Pouco corpo, pouco álcool pouco tudo. Moral, não adianta fazer salvaguarda e continuar produzindo vinhos de qualidade inferior, quem gosta de vinho vai pagar mais por um produto de qualidade. Tem outro detalhe, a salvaguarda não é aumento de impostos, e sim cota para vinhos importados, então o aumento será por procura maior que oferta.

Acho que a solução é educar o público a comprar vinhos nacionais de qualidade, ainda existe uma tendência de que vinho e produtos nacionais não são bons, isso é lenda, tem coisa muito boa sendo feita por aqui, vinhos e cervejas, falando de bebidas. O que precisa ser feito é uma conscientização do público, um aumento de incentivos para os produtos, especialmente o vinho, nacional e um controle sobre o que é produzido e importado.

Se o vinho que tomei fosse o primeiro nacional, eu teria uma péssima impressão sobre o produto e acabaria generalizando, como a maioria faz, dizendo que nosso produto não tem qualidade, mas sei que não é assim, sei que com um pouco mais de investimento é possível comprar um vinho de boa qualidade nacional. Sei também que grandes vinhos nacionais são produzidos por aqui, é tudo uma questão de escolha certa e para isso é necessário um conhecimento
básico, e é ai que o investimento e o foco do governo deveria estar concentrado, não regular as coisas pelo poder do dinheiro. Mas isso fica para outra hora, até lá leiam e se informem sobre a salvaguarda. Garanto que se o vinho fosse R$10,00 e não R$18,90 eu teria minhas expectativas atendidas, custo benefício.

Essa é a minha opinião, qual é a sua?

Abraços.


VI Encontro Aberto da Acerva Gaúcha

Olá pessoal, estou postando informações sobre um evento muito interessante, já comentado anteriormente no blog. O encontro aberto da acerva gaúcha, a diferença neste encontro é que estarei com cerca de 40 garrafas da Távola Bier, cerveja que faço artesanalmente com um amigo. Este é o grande diferencial deste encontro, cervejeiros artesanais tem a possibilidade de divulgar e mostrar as suas criações, além de microcervejarias e cervejas especiais como Coruja, DaDo, Lagom entre outros.

Se você gosta de cerveja não pode perder, se quer descobrir um novo mundo de cervejas com sabores e aromas diferenciados também não.

Como aprendi estes dias “Cerveja não é aquela coisa amarela que vende no super e custa 2 pilas”, se quiser descobrir as diferenças participe.

Segue algumas informações importantes:

O evento ocorrerá no dia 23 de outubro de 2011, domingo, das 12h às 17h, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho, no Parque da Harmonia, em Porto Alegre.

Os participantes terão a oportunidade de degustar dezenas de cervejas artesanais caseiras e de microcervejarias, além de um excelente churrasco.

Já está a venda o primeiro lote de convites, com desconto, até 15 de outubro (sábado), no valor de R$60,00 (masculino) e R$40,00 (feminino). A partir do dia 16 de outubro, os valores serão R$70,00 eR$50,00, respectivamente.

Site da ACERVA GAÚCHA para maiores informações.

Nos vemos lá!

Chef Du.


VOLTEI!

Olá, depois de um bom tempo sem escrever no blog, voltei. No final do primeiro semestre, estava envolvido com o trabalho de conclusão teórico do curso e isso me roubou um bom tempo. Logo após, fui fazer o meu estágio obrigatório e lá se foi mai um mês. Agora, estou organizando as coisas e voltando a ativa no blog.

Muitos pediram receitas e digo que todas serão atendidas. Mas antes de colocar uma receita, quero compartilhar com todos vocês, a inesquecível experiência que tive no meu estágio.

Sempre busquei fazer um estágio em um local diferenciado, como no RS restaurantes de alto padrão não são tão comuns, decidi trocar de ares e acabei buscando um lugar no Rio de Janeiro. Alguns restaurantes entraram na lista, mas aquele que estava no topo era o Olympe, restaurante do já famoso e excelente, Chef Claude Troisgros, agora iniciando uma nova fase, com seu filho Thomas Troisgros. Então como quem não quer nada enviei um e-mail, marquei uma entrevista e acabei efetuando meu estágio neste maravilhoso restaurante.

Aprendi muito, receitas, método de trabalho, organização, funcionamento e claro, aquelas dicas que não se aprende em nenhuma escola.

Sou muito grato a todos que lá eu conheci. Essa fase da minha vida nunca será esquecida, conseqüentemente as pessoas que fizeram parte dela também não.

Segue algumas fotos.

Eloisio, Cida, Baiana, João Batista, Gilmar e Carlos Eduardo

Clássico

Da esquerda para direita: Bahia (Manuel), Márcio, Del, Bacabau, Raimundo, Victor e em baixo Domingos

Obrigado ao Clet, João Batista, Cida, Gilmar, Baiana, Domingos, Del, Victor, Márcio, Manuel, Raimundo e Bacabau. Todos foram fundamentais para o meu crescimento. Claro que não poderia deixar de agradecer aos Troisgros, Claude e Thomas pela oportunidade, obrigado.

Até a próxima, cordialmente

Chef Du


Tortinhas?

Olá chocólatras e aqueles que gostam de uma boa sobremesa. Estou postando uma receita fácil de fazer e muito deliciosa.

É uma torta de chocolate, lembrando que torta não é bolo, então acaba se tornando mais fácil e rápida de ser feita.

Na verdade serão 2 receitas, uma para a base da torta e outra para o recheio.

Base:

A base da torta é a tradicional e conhecida “massa podre” que na gastronomia é chamada de Pâte sucrée, pois vai açúcar e assim é utilizada para doces. A Pâte brisée é a mesma massa porém sem adição de açúcar, assim podendo ser utilizada em Quiches e outras preparações salgadas.

É sempre bom lembrar que as proporções devem ser seguidas a risca, pois qualquer variação pode gerar erros na preparação.

Pâte Sucrée – rende uma forma de aproximadamente 30cm

  • 250 gramas de farinha de trigo (peneirada)
  • 125 gramas de manteiga gelada e cortada em cubos
  • 100 gramas de açúcar (para um sabor ainda melhor pode utilizar açúcar confeiteiro
  • 2 gemas
  • 1 colher de sopa de água gelada se necessário

Modo de preparo:

Amasse em uma tigela a manteiga e o açúcar;

Quando estiver uma massa lisa e homogênea adicione a farinha e as gemas;

Continue a misturar os ingredientes até obter uns quantos grumos de farinha e manteiga;

Caso necessário adicione um pouco de água gelada;

Agrupe todos os grumos em uma grande bola de massa, sem misturar demais;

Passe filme plástico e reserve na geladeira por 20 a 30 minutos;

Após reservar abra a massa com o auxílio de um rolo;

                Para facilitar abra dentro de um filme plástico;

Coloque a massa em uma forma de fundo removível, deixando uma borda de aproximadamente 3 dedos sobrando na lateral da forma;

Faça furos com o auxílio de um garfo no fundo e nas laterais da massa;

Leve ao congelador por cerca de 10 min antes de assar;

Asse em forno médio 160° C por cerca de 25 min ou até dourar a massa;

Reserve;

Recheio:

  • 350 gramas de chocolate meio amargo
  • 200 ml de creme de leite
  • 60 gramas de manteiga
  • 75ml de leite
  • 75 gramas de açúcar

Modo de preparo:

Derreta o chocolate em uma tigela e misture o creme de leite, o leite, a manteiga derretida e o açúcar, mexendo bem. Se necessário aqueça novamente no microondas;

Adicione essa mistura em na base de massa pronta e leve ao refrigerador por cerca de 30 minutos.

Pronto, sua torta está pronta para ser servida. Desenforme e decore com chocolate em pó polvilhado por cima.

Quem já provou sabe que é um espetáculo. Só cuidado para não comer tudo de uma vez só, pois como não é muito doce, a torta não se torna enjoativa.

Uma excelente pedida é servir com um espumante brut da Cave Geisse que tem ótima sustentação para o prato.

Abraços.

Chef Du.


Comemorações pelo dia do Vinho

Olá a todos, aqueles que me conhecem sabem que sou um apaixonado por vinho, assim sendo, não poderia deixar de registrar o que o governo do Estado do Rio Grande do Sul, em parceria com outras instituições, estão fazendo para comemorar o Dia do Vinho celebrado no dia 27 de maio.

Serão 10 dias de atividades e eventos especiais em cidades específicas e importantes para o vinho Gaúcho.

Início no dia 27/05/2011 e vai até 05/06/2011, para maiores informações acessem o site http://www.diadovinho.com.br/

Agora se você é do Vale do Sinos ou está indo para Gramado/Canela, tenho uma boa dica para comprar aquele vinho especial e ainda bater um papo com simpáticos conhecedores de vinhos.

Em São Leopoldo: Osmar Vinhos, ótimas opções, de nacionais a importados, além de um Osmar simpático e atencioso que até uma provinha de vinho te oferece.

Rua São Joaquim, 1063 – Centro – São Leopoldo , RS | Telefone: 51 3037-3455

Em Canela: Velha Laje Vinhos, excepcionais rótulos disponíveis e se tem algum vinho que gostaria em particular, o Jadir pode importar especialmente para você. Converse com ele, além de vinho ele entende de gastronomia, facilitando a harmonização. A adega é como se fosse a da casa dele.

Maiores informações acesse o site http://www.velhalaje.com.br/

Era isso, espero que tenham gostado das dicas.

Tim-Tim!

Chef Du.


Fenavinho 2011 Bento Gonçalves Serra Gaúcha

Se você adora um vinho, boa comida, viajar e ter uma boa dose de cultura, não pode perder esta festa por nada. A Fenavinho de 2011 iniciou no dia 29/04/2011 e tem o seu final marcado para 08/05/2011, ainda temos um final de semana.

Lembro de ir para esta festa com meus pais, quando ainda era criança, e assim como o vinho Gaucho, a Fenavinho evoluiu para melhor. Jantares harmonizados e chef’s convidados, como a Roberta Sudbrack, uma das melhores chef’s do Brasil, marcam presença hoje nessa festa.

Quando criança lembro-me de receber uma taça de plástico e 4 “vales”, dois de vinho tinto e dois de vinho branco. Estes vinhos eram servidos direto dos garrafões. Hoje, garrafas de alto nível são abertas, pelas dezenas de vinícolas presentes.

Maiores informações acessem o site oficial da feria.

http://www.fenavinhobrasil.com.br/

Saúde e nos vemos por lá.

Att.

Chef Du.


Massa ao molho Basílico

Muitas vezes me pedem uma receita fácil, rápida e boa. Toda vez que essas três palavras são assimiladas pelo meu cérebro eu me lembro deste molho.

Molho Basílico nada mais é do que alho, tomate, cebola e manjericão, mas fica um espetáculo. Aliado a uma Barilla Capellini (a número 1), que fica pronta em 3 minutos, esta receita fica fácil, rápida e boa.

Então no lugar do miojo, pega esta receita e manda bala.

Ingredientes para 2 pessoas:

2 latas de tomate pelati

1 dente de alho

Manjericão a gosto (5 a 10 folhas)

Azeite de oliva a gosto

200 gramas de barilla capellini N°1

50 gramas de parmesão ralado na hora

Sal e pimenta a gosto

Nota: Para facilitar o preparo foi removida a cebola, se desejar pode acrescentar ½ cebola finamente picada e refogar com oliva antes de adicionar os tomates.

Modo de preparo:

Corte o alho ao meio e passe as metades no fundo de uma caçarola. Como se estivessem untando o fundo da caçarola.

Abra as latas de tomate e coloque tudo dentro da caçarola. Com as mãos esmague os tomates.

Deixe levantar fervura e depois coloque em fogo baixo até atingir uma consistência firme (cerca de 10 a 15 minutos). Mexa algumas vezes para não grudar no fundo.

Próximo do final adicione sal, pimenta e o manjericão rasgado.

Aqueça uma panela com água e sal e cozinhe a massa durante logo após o molho ficar pronto.

Escorra e misture o molho a massa adicionando o Azeite e o parmesão ralado.

Este molho pode ser utilizado como molho de pizza, só é necessário deixar o mesmo mais consistente.

Um belo Dolcetto Italiano acompanha muito bem esta massa.

Eu particularmente adoro essa massa por vários motivos, mas um ótimo motivo é que podemos comprar massa e latas de tomate pelati e deixar estocado para ter uma opção de jantar em casa.

Abraços.

Chef Du.


D.O.M. de Alex Atala fazendo bonito

O restaurante D.O.M., do chef Alex Atala, conquistou a posição de sétimo melhor restaurante do mundo no ranking da revista britânica “Restaurant”. Na lista de 2010, o restaurante brasileiro aparecia em 18º lugar,  melhor posição de um restaurante na América Latina.

Além do D.O.M., mais dois restaurantes brazucas estão fazendo bonito, o Fasano, na 59º posição, e Maní, em 74º lugar na lista dos 100 melhores do mundo. Ocupando assim lugar de destaque no cenário gastronômico mundial.

O restaurante dinamarquês Noma, do chef René Redzepi ocupa o primeiro lugar seguido pelos espanhóis El Celler de Can Roca e Mugaritz. O ranking da revista “Restaurant” é feito a partir de votos de mais de 800 jurados ligados à gastronomia em várias partes do mundo.

Alex Atala foi batizado como Milad Mack. Nasceu em 1968 na Mooca e cresceu em São Bernardo do Campo. Na adolescência, aderiu ao movimento punk, saiu de casa e tornou-se DJ do extinto clube Rose Bom Bom. Com 18 anos, pegou sua mochila e foi para a Europa. Para sobreviver, virou pintor de paredes na Bélgica. Um amigo sugeriu que fizesse um curso profissionalizante em gastronomia para ganhar mais dinheiro. Alguns anos depois, Milad Mack tornou-se um dos maiores nomes da gastronomia nacional. O nome de seu restaurante, D.O.M., é acrônimo de Deo Optimo Maximo, “Deus é ótimo e máximo”.

Informações da Época São Paulo

Veja a lista completa no BASILICO

Quem sabe o que mais este talentoso chef tem a nos mostrar.

Abraços

Chef Du.


V Encontro Aberto da Acerva Gaúcha!

Caros leitores e bebuns, desta vez estou informando com antecedência a realização deste evento que já foi mencionado aqui no blog. Divirtam-se.

Está marcado o V Encontro Aberto da Acerva Gaúcha!

O evento ocorrerá no dia 17 de abril de 2011, a partir das 12h, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho, no Parque da Harmonia, em Porto Alegre.

Os participantes terão a oportunidade de degustar dezenas de cervejas artesanais caseiras e de microcervejarias, além de um excelente churrasco.

Já está a venda o primeiro lote de convites, com desconto, até 9 de abril (sábado), no valor de R$60,00 (masculino)R$40,00 (feminino). A partir do dia 10 de abril, os valores serão R$70,00R$50,00, respectivamente.

Sobre o Evento

A Acerva Gaúcha é uma associação que reúne pessoas que produzem cerveja em casa, de forma artesanal. Entre as principais atividades da associação estão encontros periódicos em que os associados trocam informações e experimentam as cervejas produzidas pelos demais.

Uma vez por semestre, a Acerva promove um evento diferente, aberto ao público, no qual os associados expõem suas cervejas para degustação de todos, em um clima de festa. Nas duas últimas edições tivemos a participação média de mais de trezentas pessoas, esgotando os ingressos com mais de uma semana de antecedência!

E agora chegou a hora da quinta edição dos Encontros Abertos da Acerva Gaúcha. Entre cervejas caseiras e de microcervejarias, serão mais de 1300 litros de cerveja! Haverá dezenas de chopeiras à disposição durante toda a tarde, no sistema self-service.

Cervejas

A Acerva Gaúcha levará para este evento todas as cervejas produzidas no Workshop do dia 12/03, além de diversas outras:

  • Pale Ale
  • Blonde Ale
  • Brown Porter
  • Red Ale
  • Weizenbier
  • Pilsen

Muitos cervejeiros caseiros também levarão suas produções para a apreciação do público, e o evento contará ainda com a participação de microcervejarias convidadas, num total de mais de 1300 litros de cerveja artesanal.

Cardápio

O cardápio para o almoço será o excelente churrasco da Casa do Gaúcho, com os tradicionais acompanhamentos e uma grande variedade de saladas. Ao longo da tarde ainda ficarão disponíveis algumas sobremesas para quem quiser repor as energias.

Ingressos

Os ingressos estão a venda nos seguintes locais:

Bier Markt
Rua Castro Alves, 422, entre Ramiro Barcelos e Miguel Tostes
Bairro Rio Branco
Aberto de segunda a sábado, das 18h à 0h

Apolinário
Rua José do Patrocínio, 527, entre República e Luiz Afonso
Bairro Cidade Baixa
Aberto de segunda a sexta a partir das 17h30, e sábados e feriados a partir das 19h

Lagom Brewpub
Rua Bento Figueiredo, 72, entre Felipe Camarão e Ramiro Barcelos
Bairro Bom Fim
Aberto de terça a sábado, das 18h30 às 23h

Weiss Boteco
Rua Eudoro Berlink, 777, entre Silva Jardim e Artur Rocha
Bairro Mont’Serrat
Aberto diariamente, a partir das 17h30

Valores:
Até 9 de abril:
R$60,00 masculino
R$40,00 feminino
A partir de 10 de abril:
R$70,00 masculino
R$50,00 feminino

O ingresso dá direito ao almoço com degustação livre das cervejas disponíveis durante todo o evento, bem como água e refrigerantes.

Mas atenção: o número de ingressos é limitado! Serão disponibilizados apenas 500 ingressos no total, que serão vendidos somente antecipadamente. Não haverá venda de ingressos no local.

Para mais informações ou compra em maiores quantidades, entre em contato pelo e-mail eventos@acervagaucha.com.br

Avisos Legais

Evento para maiores de 18 anos, menores somente acompanhados dos pais ou responsáveis. Aprecie com moderação. Se beber, não dirija.

Acerva Gaúcha

Fica a dica, infelizmente não poderei ir, mas quem for não vai se arrepender.

Mais uma coisa, vá de trem ou de taxi.

Abraços.

Chef Du


Wine Day Lovara

Caros, neste último dia 26/03/2011, participei de um curso chamado de Wine Day, ministrado pela Escola do Vinho da Miolo Wine Group, que ocorreu em uma das vinícolas do grupo, a vinícola Lovara. Situada em um belo local de Bento Gonçalves, fazendo parte do roteiro do Caminhos de Pedra. A Lovara possui uma ótima estrutura alinhada a boas técnicas de fabricação do vinho. Produzem atualmente 4 vinhos:

Chardonnay: muito refrescante e agradável com notas frutadas e florais.

Merlot: frutado e sem passar por carvalho, resultando em um vinho muito agradável.

Cabernet Sauvignon: também sem passagem pelo carvalho, mas com boa intensidade e um bom corpo.

Gran Lovara: este corte de cabernet sauvignon, merlot e tannat com passagem de 12 meses por carvalho Francês e Americano, possui um bom corpo com notas de chocolate e canela, aromas elegantes e uma cor intensa. Possivelmente tem sustentação para guarda, que recomendo.

E o curso? Basicamente o curso é uma imersão no processo de fabricação do vinho, neste caso somente o tinto. Abaixo, seguem algumas imagens e comentários do que foi visto neste dia.

Tudo começa na colheita das uvas, que na Lovara recebem seleção já no momento da colheita.

Para conseguir um desconto, tive que ajudar nos processos.

Em seguida, rapidamente as uvas são levadas a uma segunda seleção, esta manual.

Mais uma vez, trabalhando para ganhar umas garrafinhas.

Desta esteira os cachos vão para uma máquina chamada “desengaçadora”, que faz de uma forma mecanizada, a remoção das uvas dos cachos, sem romper a casca da uva. Isso é fundamental para a maceração, caso o liquido entre em contato com a parte interna da uva, alguns sabores indesejados podem aparecer no vinho.

Abaixo desta máquina tem um reservatório com as uvas, de preferência intactas, junto com seu suco, que recebe o nome de mosto.

Este reservatório é erguido até os tanques fermentadores e por gravidade recebem as uvas com seu suco.

Uma vez dentro destes tanques, a temperatura é controlada para permanecer em 8°C e assim, fica por cerca de 4 a 6 dias. Este processo é chamado de maceração e por ser em baixa temperatura é chamado de crio-maceração. Durante a maceração ocorre a extração de cor e sabor da uva. A temperatura é controlada para que a fermentação não inicie.

A pós a maceração é adicionado o fermento e inicia-se a elaboração propriamente do vinho, passando por remontagem, prensa para extrair o suco das cascas, transformações dos ácidos, barricas de carvalho, se for o caso, garrafas e por fim, a nossa mesa.

Além de toda esta parte técnica, fomos agraciados com uma degustação dos vinhos da Lovara, já citados e uma degustação do mosto em várias etapas da fabricação do vinho.

Quem conduziu a degustação foi o Adriano Miolo, um dos grandes responsáveis pela modernização das vinícolas na região de Bento Gonçalves.

A mais difícil das tarefas, mas como sempre executei por completo.

Por fim, um ótimo almoço, com galeto, massa carbonara, risoto, filé, tudo muito bem preparado e servido, ao fim uma sobremesa que é uma re-leitura do tradicional sagu com creme, uma pêra no vinho com uma calda de vinho muito parecida com a calda do sagu e uma torta de sorvete de creme, espetáculo.

Para acompanhar alguns belos rótulos dos vinhos Lovara e Miolo.

Mas a cereja no topo do bolo estava por vir, como se tratava da primeira turma de Wine Day da Lovara, conseguimos uma exceção. Foram abertas 6 garrafas de um Gran Reserva da Lovara, safra 1999, guardado na casa da nona somente para ocasiões especiais e concursos. Vinho muito complexo, estruturado e elegante, só tomando para entender.

Duas gerações dos Benedetti mostrando sua relíquia.

Por fim a história da mesa contada com taças.

Para quem quiser realizar o Wine Day, ou qualquer outro curso, degustação, etc da Escola do Vinho da Miolo, acesse o link abaixo e aprveite.

http://www.miolo.com.br/cursos/

Quem tem interesse em realizar um dos curso, eu digo que vale a pena.

Abraços.

Chef Du.


Spaghetti alla Carbonara

Olá, esta receita é um pedido de uma amiga, que me foi feito para um jantar especial. Como acredito que todos gostam desse clássico da gastronomia Italiana, decidi colocar no Blog e não passar exclusivamente para essa amiga.

A receita é de Espaguete carbonara ou se preferirem “Spaghetti alla Carbonara”. Receita originária da região italiana que hoje é Lazio e Roma.

Então sem mais milongas, segue a receita.

Ingredientes (4 pessoas):

Manteiga 50 gramas

Bacon com carne 100 gramas

Alho fresco 1 Dente

Espaguete Barrila 400 gramas

Sal

Pimenta-do-reino

Ovos de galinha 3   Unid.

Creme de leite fresco 150 gramas (campos de vacaria)

Parmesão ralado na hora 100 Gramas

Modo de Preparo:

Cozinhe os espaguete em água com sal até que fiquem “al dente”, escorra preservando um pouco da água do cozimento do spaghetti. Reserve.

Em um recipiente misture os ovos ligeiramente batidos, o creme de leite, o sal e pimenta-do-reino moída na hora. Reserve.

Numa frigideira de fundo grosso derreta manteiga e junte o bacon e refogue por uns 3 minutos, junte a massa de ovos e creme de leite e logo em seguida o espaguete quente.

Adicione o queijo e tempere com um pouco de pimenta-do-reino, moída na hora e sal, caso necessário.

Misture rapidamente de forma que a massa se grude no molho, mas este ainda esteja um pouco líquido e úmido. Sirva logo.

Algumas dicas:

Sirva logo que ficar pronto;

Os ovos devem estar úmidos, não secos e bem cozidos como ovos mexidos;

Use Bacon já fatiado, tem mais carne e o resultado final é mais sofisticado;

Adicione mais creme de leite caso julgue necessário;

Prepare todos os ingredientes antes de iniciar o cozimento da massa;

Use Barilla, massas comuns podem ficar passadas com maior facilidade;

Com a Barilla Nº1 o resultado é muito bom;

Espero que ajude e que o jantar seja um sucesso.

Sugestão de harmonização: Um jovem Chianti italiano, encontrado em supermercados da região. Vinho bem tânico, que ajuda a quebrar um pouco da gordura. Outra dica, agora do novo mundo, é um malbec argentino que desempenha a mesma função.

Abraços.

Chef Du.

 


Creme do Sagu

Frio chegando e com isso grande parte dos gaúchos começam a abrir suas garrafas de vinho. Vinho fez lembrar sagu, não na minha memória, mas sim na de uma colega de trabalho.

Sem conseguir um bom creme para comer com o sagu, ela recorreu a minha ajuda. Então para ela e todos que gostam de um sagu com creme, segue uma receita de um creme de confeiteiro que pode ser colocado no sagu ou como recheio de bolos, folhados, tortinhas etc.

-Leite 1,2 litros

-Gemas de Ovos 4 und

-Ovos 2 Unid.

-Trigo 40 g

-Maisena 40 g

-Açúcar 150 g

-Fava de baunilha ¼ und

 

1-Esquentar o leite com a fava de baunilha aberta e com as sementes removidas e colocadas no leite.

2-Bater um creme de base bem encorpado com as gemas, os ovos, o trigo, a maisena e o açúcar.

4-Misturar ao creme de base o leite morno, mexer bem

5-Levar a mistura ao fogo até engrossar bem e cozinhar os amidos, se necessário adicione leite para deixar no ponto desejado.

6-Cobrir com plástico filme para não criar película e levar a geladeira.

 

É possível saborizar este creme base com qualquer coisa, chocolate, café, frutas e servir como recheio ou acompanhamento para diversas sobremesas.

Abraços Chef Du.

 


St Patrick’s day

Olá, hoje é um dia diferente, é St Patrick’s day. Para nossa cultura não é muito conhecido, mas é uma data que cada vez mais ganha força pelo mundo a fora, ainda não sei se é por causa da globalização ou pelo aumento de bêbados.

St Patrick’s day ou dia de São Patrício é uma data comemorada, principalmente, na Irlanda e países que falam a língua Inglesa, mas ultimamente muitos outros países comemoram de forma informal esta data.

Mas o que significa este dia? Data para homenagear o padroeiro da Irlanda e grande responsável pela evangelização dos irlandeses. Antigamente associado como o dia da celebração a cerveja. Adotado como feriado público e atualmente é um grande festival anual.

Neste dia as pessoas usam verde em homenagem a St Patrick que, segundo boatos, usava um trevo de 3 folhas para explicar a santíssima trindade da igreja católica aos irlandeses. Além disto, também bebem uma boa cerveja.

Então se você cruzar por um ser vestido de verde e mais pra lá do que pra cá, deseje um “Happy St Patrick’s Day”.

Aproveite e coloque algo verde, uma fitinha que seja, e vá a um buteco comemorar, no mínimo, o dia da cerveja.

Abraços e …. FELIZ St PATRICK’S DAY!

Chef Du.

 


Sushi, onde ir?

Essa é para aqueles que gostam de um peixe cru.

A aproximadamente 5 anos, alguns colegas de empresa e eu, fizemos um curso prático de confecção de sushi. Confesso que não era um amante dessa gastronomia, para piorar a situação, minha esposa comeu um sushi mal feito e nunca mais quis provar, mas como era o sushi que eu fiz ela decidiu arriscar novamente. Pronto, a partir desse momento ela adorou e passamos a freqüentar restaurantes japoneses e sushi bar, além é claro de preparar em casa e em alguns eventos.

Após estes 5 anos com alguns aprimoramentos na técnica de produção de sushi, decidi escrever um post sobre esta gastronomia que está em alta. Então, segue uma lista de alguns restaurantes que já tivemos a oportunidade de conhecer.

Também colocarei minha impressão pessoal de cada um, ajudando a escolher onde comer  essa deliciosa e saudável gastronomia.

Shisso Sushibar e Restaurante (São Leopoldo)

http://www.shisso.com.br/

Um dos mais tradicionais do Vale dos Sinos, ambiente agradável, boa variedade de pratos quentes. Não possui Buffet nos finais de semana e os valores são um pouco salgados. O interessante é que possui um curso de sushi e outro para pratos quentes, quem estiver interessado pode acessar o site.

Sushi Dai Zen (Novo Hamburgo)

http://www.sushidaizen.com.br/site/

Conhecido sushi de Novo Hamburgo, boas opções de sushis e um ambiente muito tradicional, tornam esse lugar diferente dos demais.

Hai Sushi Lounge Bar (Novo Hamburgo)

http://www.haisushiloungebar.com.br/

Um local onde, na minha opinião, possui o melhor sushi da região e o seu ambiente moderno e clean tornam o local harmônico.

Takeshi Temakeria e Sushi Bar (Novo Hamburgo)

http://www.takeshi-nh.com.br/

Bom sushi, tanto do Buffet quanto à la carte, porém local muito movimentado e um tanto quanto estressante.

Niigata Sushibar (São Leopoldo)

http://www.niigatasushibar.com.br/

Boa opção de Buffet em São Leopoldo, ambiente OK, fácil localização e um bom atendimento.

Dado Bier Restaurantes (Porto Alegre)

http://www.dadobier.com.br/

Parece estranho comer sushi no Dado, mas é possível e não é ruim. O Dado tem um sushiman que é responsável só por fazer sushi, dando qualidade ao mesmo. Outro ponto forte é que se pode comer sushi ao meio dia, praticamente todos não abrem ao meio dia.

Daimu Cozinha Japonesa (Porto Alegre)

http://www.daimu.com.br/

Na minha opinião o local perfeito. Não sou muito fã de Buffet, gosto de pedir à la carte e este restaurante aberto por 2 famílias japonesas, tem um sistema de menu degustação para os pratos quentes e o sushi e sashimi são apenas à la carte, por sinal muito bem feito e mais alto que a maioria. Atendimento excelente e o restaurante fica em uma casa antiga em uma rua perpendicular a padre chagas, um espetáculo.

Takedo (Porto Alegre)

http://www.takedo.com.br/

Famoso sushi de Porto Alegre, maravilhosos pratos quentes e uma carta de vinhos excepcional são os diferenciais do local. Porém na minha modesta opinião o sushi não é bom, por um motivo básico, muitas pessoas. Assim o sushi deve ser feito em grandes quantidades e em pouco tempo, pecando na qualidade. O atendimento não foi bom como em todos os outros locais, restaurantes deste tipo devem instruir seus garçons a explicar como a casa funciona e o que são os pratos, pois nem todos sabem sobre a gastronomia oriental. E para piorar a situação, o valor da conta foi muito alto, praticamente o valor por pessoa foi o valor do casal nos outros restaurantes que já fomos. Mas, é um dos mais famosos de Porto Alegre.

Planeta sushi (Porto Seguro)

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Este sushibar foi uma maravilhosa descoberta que fizemos quando fomos a Porto Seguro. Ótimo sushi, belo ambiente e fora da passarela do álcool, e assim, fora dos garçons chatos te puxando para dentro do restaurante. É uma ótima opção para quem quer fugir da gastronomia local, mas continuar a comer peixe de boa procedência. Fica a dica, sushi é um prato que normalmente é feito em locais limpos e com produtos frescos, e na maioria dos casos podemos ver a confecção dos mesmos.

Bom, estes 9 restaurantes da gastronomia Japonesa ilustram bem o que temos de opções e estilos. Claro que existem outros, mas são os que decidi colocar como exemplo.

Caso alguém tenha alguma sugestão de lugar é só comentar que faço um esforço para conhecer.

Arigato!

Chef Du.


Novidades de 2011

Caros leitores, é com grande satisfação que volto a escrever no blog do Chef Du. Depois de um longo tempo sem escrever nada, volto com grandes e muitas novidades.

A primeira delas é que desde o dia 21/11/2010 um amigo e eu estamos produzindo nossa própria cerveja artesanal, batizada de Távola Bier.

Tudo começou quando este meu amigo comprou os insumos para produzir uma Pale Ale. Este ficou por quase um ano parado. Depois de algumas aulas sobre cervejas na Faculdade de Gastronomia, perguntei se ele ainda tinha interesse em fazer a tal cerveja. Depois de concluir um curso de produção de cerveja artesanal, ministrado pela WE Assessoria e patrocinado pela Câmara Brasil Alemanha, compramos os equipamentos necessários e iniciamos a produção.

A primeira cerveja foi a tradicional Pale Ale, que rendeu aproximadamente 26 garrafas. Em seguida fizemos mais umas 30 garrafas de uma Red Ale, muito boa por sinal. Seguindo a produção, mais 70 garrafas de uma Pale Ale 100% Pilsen. Na última leva, que ainda está maturando, uma Pale Ale mais encorpada.

Gostaria de dividir essa informação com todos aqueles que gostam de uma boa cerveja.

Acredito que as cervejas tradicionais do mercado não tem qualidade e isso foi o que nos motivou a iniciar nossa própria produção de cerveja, além do valor das cervejas de maior qualidade.

Este post é o ponto de partida para uma discussão sobre cervejas, além de passar o que aprendi sobre a produção, história e tipos de cervejas.

Fiquem atentos que esta é só a primeira das novidades que estão por vir. Prometo escrever um novo post por semana no mínimo.

Ah, mais uma coisa, se dirigir não beba, mas se for beber me chame! Hehehe.

Cheers, salut, tin-tin, saúde, Prost……

Cehf Du

 


Lentilha Alemã

Segue uma bela receita de lentinha para o ano novo. É uma tradicional receita da Alemanha e não dos imigrantes alemães. A receita original não tem costelinha de porco defumada, mas nada impede que vocês coloquem, mas cuidado no sal.

Nome do Prato: Linseneintopf

Tradução: Ensopado de lentilhas

Ingredientes para 2 pessoas:

Aipo                                     1/4

Alho Poró                          1 unidade

Batata                                  200 gramas

Cebola                                 100 gramas

Cenoura                              200 gramas

Extrato de tomate            40 gramas

Fundo de carne                 500 ML

Lentilhas                              200 gramas

Pimenta-do-reino              2 gramas

Salsicha defumada            100 gramas

Bacon                                     100 gramas

Funcho                                  1/8 Ramo

-Lave as lentilhas e leve ao fogo com o bacon, extrato de tomate, o fundo de carne, sal, pimenta-do-reino e deixe ferver.

-Higienize os legumes e as ervas, corte em pedaços de aproximadamente 2 cm, reserve.  A salsicha corte em rodelas do tamanho dos legumes.

-Misture as lentilhas e os legumes, ervas e a salsicha deixe levantar fervura.

-Prove os tempêros e ajuste se julgar necessário.

-Cozinhe em fogo brando por uns 20 minutos ou até que estejam macios.

-Retire do fogo e tempere com vinagre, pimenta do reino moída na hora, sal e funcho.

Sirva quente.

Obrigado pelos acessos de 2010 e Feliz Ano Novo!

2011 promete muitas novidades.

Votos do Chef Du.


Bolo de Natal

Caros, apesar do duplo sentido e de ter ficado meio que em cima da hora, vou colocar uma receita para o natal ou ano novo. É um bolo muito simples e fácil de fazer, é uma adaptação de um clássico da confeitaria, bolo quatro quartos.

Ele tem esse nome pois são 4 partes iguais de cada ingrediente, ovos, manteiga, farinha e açúcar. Nesta receita ainda adiciono chocolate e frutas secas.

Ingredientes:

125g de açúcar refinado

125g de farinha

125g de manteiga

125g de ovos (pesados com casca) (3 ovos para facilitar)

125g de chocolate meio amargo

Nozes, amêndoas e castanhas a gosto

Modo de Preparo:

1-Bater as gemas com metade do açúcar.

2-Bater as claras com o restante do açúcar.

3-Agregar nas gemas com açúcar à manteiga e o chocolate derretidos misturar bem, em seguida à farinha peneirada.

4-Acrescentar por ultimo as claras em neves em duas partes, com uma espátula delicadamente.

5- Adicionar as frutas secas picadas em pequenos pedaços

6-Assar ,em forma de aro removível untada e enfarinhada, dispor pela metade e assar a 180ºC por 25 minutos.

Não é necessário fermento, mas é preciso agregar as claras em neve sem bater a massa, pois são as claras que dão a leveza e fazem o bolo crescer. Caso queira colocar um pouco de fermento para garantir que o bolo cresça, coloque não mais do que uma colher rasa de chá.

Sirva com uma bola de sorvete ou calda de frutas vermelhas.

Feliz natal e bom ano novo.

E fiquem ligados que no ano que vem novidades estão por vir.

Abraços Chef Du.

 


Restaurant Week – Porto Alegre

Um grande evento que está para acontecer em Porto Alegre de 15 a 28 de novembro é o Restaurant Week.

O que é?Restaurant Week é um dos mais importantes eventos gastronômico do mundo. Surgiu há 17 anos em Nova Iorque e hoje acontece em mais de 100 cidades de diversos países.
Tudo começou muito simples, com cerca de 90 casas participantes em toda a cidade e olha que NY tem mais de 10.000 restaurantes. O evento teve a duração de uma semana somente, em julho, mas foi sucesso total.

No ano seguinte iniciou sua impressionante trajetória. Mais de 100 das principais capitais e grandes cidades do mundo já promoveram o seu Restaurante Week como Washington, Boston (ambas com entrada, prato principal e sobremesa a 24,07 dólares), Londres e Amsterdã (entrada, prato principal e sobremesa a 24,07 euros). O preço nem sempre é o mesmo.

O projeto Brasil Restaurant Week iniciou pela cidade de São Paulo no segundo semestre de 2007, com a participação de 45 restaurantes

Depois foi promovida 2 edições em 2008 até chegar ao sucesso atual, em 2009, com duas edições em SP, uma em Brasilia, uma em Recife e duas no Rio de Janeiro. Em 2010 são 8 cidades entre elas Porto Alegre.

Como funciona? Os restaurantes participantes oferecerão menus com entrada, prato principal e sobremesa por R$ 27,50 no almoço e R$ 39,00 no jantar, mais R$ 1,00 (opcional) para uma instituição carente. O valor é sempre o mesmo, o que muda de um restaurante para o outro é o menu.

Quais são os restaurantes? Segue um link para verificar quais são os estabelecimentos que estão participando, qual o seu menu e qual o horário de funcionamento.

http://www.restaurantweek.com.br/default.asp?id=22#[ajax]restlist.asp?Pag= + 1 + &tipo= 4

Para maiores informações acesso o site oficial

http://www.restaurantweek.com.br/default.asp?id=22

Vale a pena freqüentar os restaurantes pois os valores são extremamente atraentes os menus também se tornando uma ótima forma de conhecer novos lugares, onde se pode comer ótimas refeições.

E não se esqueça da contribuição para o instituto do câncer infantil. http://www.ici-rs.org.br/

Espero que tenham gostado das informações e aguardem que grandes novidades estão por vir.

Abraços.

Chef Du.


IV Encontro Aberto da ACERVA Gaúcha

Caros amigos, quem é vivo sempre aparece, então estou colocando um novo post. Os motivos da ausência são muitos, primeiro é neste semestre que realizo o TCC, que no curso de Gastronomia é chamado de Mostra de Novos Talentos, onde o aluno escolhe um tema e elabora um jantar para 3 pessoas com 8 a 9 serviços e ainda tem a parte escrita. Então estou atarefado até demais com isso.

O meu tema se baseia no vinho e suas evoluções históricas e culturais pelo mundo. No seu devido tempo vou postar sobre isso aqui. Enfim, sobrou um tempinho e estou escrevendo um novo post.

Este post é para informar sobre um evento que aconteceu em Porto Alegre, mas que acontece regularmente e vale a pena ir.

No último domingo 07/11/2010, estive no IV encontro aberto de da ACERVA Gaúcha (associação de cervejeiros artesanais do Rio Grande do Sul), o encontro foi realizado no Centro de Eventos Casa do Gaúcho fica no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, com lotação máxima  e mais de 1200 litros de cerveja artesanal, de diversas microcervejarias, cervejeiros artesanais e as produções da ACERVA. Esse encontro é realizado uma vez por semestre e é aberto ao publico, que pode adquirir  os ingressos diretamente com a ACERVA ou em pontos de vendas. O ingresso inclui almoço, sobremesa, carreteiro das 16:00, um copo personalizado e claro muita cerveja de boa qualidade.

Foi possível degustar alguma cervejas artesanais clássicas, como American, Pale e Red Ale e algumas invenções interessantes, como a cerveja maturada com pimenta, a tal de Pink Ale que foi sucesso só pela cor, uma com Guaraná, que definitivamente não foi a melhor idéia que tive, entre outras excelentes, boas e interessantes. Mas todas estavam muito bem feitas.

Maiores informações acessem o link

http://www.acervagaucha.com.br/encontro-aberto/

O próximo é daqui a 6 meses, então fiquem ligados e comprem logo os ingressos, pois a procura é grande e os ingressos são limitados, cerca de 350.

Prost!

Chef Du.


Risoto Base e Risotto con la zucca

Nesta receita clássica de risoto vamos aprender a fazer o preparo do risoto base ou risoto branco, sobre este risoto é possível executa qualquer combinação de ingredientes, criando risotos tradicionais e também elaborando seus próprios risotos. Para p risoto di zucca vamos também preparar um purê de moranga que será adicionado durante o preparo.

Ingredientes para o risoto base (2 pessoas)

Água                                                        1 litro

Caldo de Galinha                                2 cubos

Arroz Arbório ou Carnaroli           160 gramas

Queijo Grana Padano                       50 gramas

Manteiga                                              50 gramas

Cebola branca picada                     20 gramas

Vinho Branco Seco                          50 ml

Sal fino                                                  qb

Ingredientes para o purê de moranga

Moranga limpa                         160 gramas

Canela em pó                             qb

Sal fino                                         qb

Pimenta moida na hora           qb

Corte a cebola em pequenos cubos, mas pequenos mesmo, os menores que você conseguir. Em seguida separe aproximadamente um terço da manteiga e reserve o restante.

Não é necessário lavar o arroz, mas o arroz deve ser Arbório ou Carnaroli, arroz de grão curto, que liberam amido e ao cozinhar não desmancham. Muitos acham que o Arborio é o melhor arroz para risoto, mas na realidade o Carnaroli é o melhor selecionado e o Arborio seria de segunda linha, mas isso não significa que o arroz seja ruim é só uma questão de padronização de grãos.

Aqueça a água e cozinhe a moranga descascada e cortada em cubos grandes, até que fiquem macias.

Em seguida adicione os cubos de caldo e complete com um pouco mais de água se necessário e deixe em fogo baixo. Quando estiver fazendo o risoto base, use água e adicione o caldo.

Em uma panela de fundo grosso, coloque um terço da manteiga e refogue muito bem a cebola, sem deixar queimar e em fogo alto.

Assim que a cebola estiver transparente adicione o arroz e um pouco de sal.

Uma colher de pau, fogo alto e nunca parar de mexer são as 3 dicas essenciais na preparação do risoto.

Assim que o arroz estiver refogado, não mais do que 2 minutos, adicione o vinho e mexa bastante, o vinho deve evaporar o álcool e formar um creme com o amido do arroz.

Assim que o arroz começar a perder líquido, adicione uma concha do caldo que deve estar aquecido e mantido assim em fogo baixo. Repita esse procedimento até que o arroz fique bem ao dente, cerca de 10 minutos, provando o sal e adicionando mais se necessário.

Em seguida adicione o purê de moranga temperado com sal pimenta e uma pitada de canela em pó. Continue a adicionar o caldo se necessário por mais uns 5 minutos ou até o arroz ficar ao dente.

O ponto do arroz tradicional é ao dente, mas o brasileiro não é acostumado a comer arroz ao dente e você pode deixar o arroz passar um pouquinho se for de sua preferência, mas não será o tradicional, mas não tem problema.

Ao final adicione o restante da manteiga, cortada em cubos e o queijo Grana ralado no ralo grosso e mais uma vez mexa bastante.

O risoto deve ter líquido, não deve ser um arroz compacto, ao colocar no prato ele deve escorrer, mas não demais.

Se continuar o risoto sem adicionar a moranga, temos o risoto base ou branco, nele é possível adicionar outros ingredientes como um camarão refogado e peras, a famosa berinjela refogada na manteiga, bacon ou qualquer ingrediente de sua preferência.

Essa é a receita do verdadeiro e tradicional risoto, não é difícil, mas requer cuidado e organização no preparo.

Para acompanhar o risoto, carnes vermelhas são ótimas, mas pode ser consumido sem nenhum acompanhamento.

A bebida depende muito do tipo de risoto que está sendo feito, risotos mais suaves combinam com vinhos brancos e perfumados como um Chardonay e um Riesling e risotos mais encorpados podem ser acompanhados de um Merlot ou um Pint Noir.

Espero que todos gostem da receita, muitos pediram esse Risoto e todos foram lembrados no momento da realização deste post.

Abraços Chef Du.


É época de Fundi…

Com a chegada do frio, muitos casais sobem a serra e vão se deliciar com as casas de fundi de Gramado e Canela. Mas alguns empecilhos podem atrapalhar na hora da decisão de ir comer um fundi. Primeiro o valor, que pode chagar tranqüilamente a R$100,00 o casal com uma garrafa de vinho, depois as filas e a espera, o cheiro de gordura que ficamos depois de uma seção de fundi, ou a garrafa de vinho que não nos permite voltar para casa dirigindo e temos que optar em gastar mais algum dinheiro ou então não beber bebida alcoólica e por fim a qualidade dos fundis, que muitas vezes pode não ser o que estamos esperando.

Bom, pensando em tudo isso vou colocar duas receitas de fundi para se fazer em casa, onde podemos beber um bom vinho e comer um ótimo fundi sem gastar muito. Claro que não postarei uma receita de fundi de carnes, nem frito nem na pedra, a casa ficaria por uns 3 anos com cheiro de gordura, então as duas que vou colocar são de queijo e de chocolate.

Primeiro um pouco de cultura fundi de verdade só existe um, e é de queijo, há anos atrás os camponeses suíços que criavam ovelhas, tinham que levar as mesmas para pastar nas montanhas e para suas refeições levavam queijo, pão e vinho, alimentos que não estragam com o tempo, mas, o queijo endurece, o pão também e o vinho começava a acabar, então para aproveitar todos estes alimentos, os suíços derretiam o queijo com um pouco de vinho para poder molhar o pão e aproveitar estes alimentos.

A primeira receita deve ser a de fundi de queijo, é simples de executar, e devemos observar somente os queijos que devem ser fundidos.

Queijo Gruyere                               120 gramas

Queijo Emental                               120 gramas

Queijo Parmesão                           50 gramas

Vinho branco                                 120 ml

Sal e pimenta                                 a gosto

Modo de preparo

Ralar todos os queijos no ralo grosso, derreter em uma panela de fundo grosso, com o vinho branco adicionando um pouco de sal e pimenta se necessário, o parmesão deve servir como sal ao fundi.

Os acompanhamentos para o fundi podem ser de pão, claro, se não tem pão velho faça com pão italiano que é mais consistente, batatas pequenas, com casca mesmo, cenouras, goiabada e o meu preferido, pinhão.

A segunda receita é de fundi de chocolate que pode ser acompanhade de frutas, bolachas e outros alimentos que você julgar atraente.

Chocolate meio amargo               120 gramas

Chocolate ao leite                          120 gramas

Creme de leite                                 200 ml

Modo de preparo

Com ajuda de uma faca bem afiada pique os chocolates bem finamente. Derreta um pouco no micro ondas, mexa e coloque na panela que será servida. Coloque no fogo e adicione o creme de leite, mexa até derreter completamente o chocolate e sirva imediatamente. Muito cuidado para não queimar o chocolate.

É possível utilizar somente o chocolate meio amargo se desejar.

Um belo casal de vinhos Casa Valduga acompanha esta refeição perfeitamente. Um Merlot para o fundi de queijo e um espumante Brut acompanha o de chocolate. Não recomendo um espumante muito doce, pois o ácido do espumante Brut ajuda a harmonizar com a gordura do chocolate.

Espero que gostem.

Chef Du.


Como não pensei nisso antes?

Essa é para todos aqueles que desejam fazer arroz bem soltinho sem nenhuma chance de fazer aquele arroz escola de samba, (vem em blocos). Fácil, rápido, sem gordura, mas com sabor só de arroz. Faça arroz como se faz massa, pegue uma panela e coloque bastante água, como se fosse para massa, deixe ferver e adicione uma colher de sopa rasa de sal, em seguida coloque duas xícaras de arroz e deixe ferver por aproximadamente 10 minutos, prove o arroz, muito cuidado, pois se passar do ponto o arroz desmancha. Quando estiver no ponto certo, escorra e passe água fria para parar o cozimento. Pronto, é só servir em uma travessa e seu arroz estará bem soltinho e sem muita preocupação. Espero que ajude no dia-dia, lembrando que é possível dar sabor colocando legumes ou até mesmo uma carcaça de galinha na água e retirando estes antes de colocar o arroz, mas não se esqueça de que a água deve estar fervendo e deve ter muita água.

Abraços.

Chef Du.


Frio e Chuva X Boa Gastronomia

Olá pessoas, o tempo não da trégua, quando parece que vai ficar mais agradável e principalmente sem chuva, boom, chuva e frio. Como a chuva faz todos querermos ficar em casa e o frio faz querer comer e comer bem, isso pode refletir na balança.

Para aproveitar a chuva e o frio, vão duas receitas de sopas clássicas para não exagerar no garfo e principalmente aquecer a noite.

A primeira receita é de uma sopa creme de alho poró, muito saborosa, fácil e saudável.

Ingredientes

Manteiga                                                           30g

Alho poró em finas rodelas                        1 Unid.

Cebola em pequenos cubos                      ¼ Unid.

Água com Caldo de ave                               400 ml e 1 cubo

Couve-flor                                                         3 buques

Batatas grandes em cubos médios         1 Unid.

Creme de leite fresco                                   100 ml

1-Refogar o alho poró e a cebola na manteiga em fogo baixo, até murchar (sem coloração),

2- Acrescentar a água com o caldo, a couve-flor e as batatas.

3-Deixar cozinhar em fogo alto até as batatas amolecerem.

4-Ajustar sal e pimenta.

5-Bater no liquidificador

6- Volte com o creme para a panela e acrescente o creme de leite fresco.

6-Servir polvilhada com queijo ralado.

A segunda receita é uma sopa clássica francesa, sopa de cebola, que pode ser servida no pão.

Cebola em finas tiras                     180 gramas

Manteiga                                            20 gramas

Vinho branco                                    15 ml

Água com caldo de Carne            600 ml e 1 cubo

Sal e pimenta                                   QB

Croûtons                                            QB

Queijo Gruyère                                100 gramas

1-Refogar a cebola e manteiga até ficar escuro e não queimar

2-Adicionar o vinho branco e raspar a panela

3-Colocar a água com 1 tablete de caldo de carne e cozinhar lentamente (20 min)

4-Ajustar o sabor com sal e pimenta.

5-Colocar em cumbucas, acrescentar os croûtons  e cobrir com queijo.

6-Gratinar até o queijo.

Espero que as receitas ajudem a combater o frio e a chuva, para reforçar a batalha, aconselho um bom vinho, um Don Candido Tannat, que ajuda a esquentar e a manter a saúde, já que a uva Tannat possui a maior quantidade de flavonóides, com alta concentração de antioxidantes e faz bem para o coração.

Bom combate.

Chef Du.


Gastronomia Alemã

Pomerode sedia Festival Gastronômico a partir desta terça-feira (20/07/2010).

A partir desta terça-feira (20/07/2010), a cidade de Pomerode recebe o 6º Festival Gastronômico. O evento será no Parque Municipal de Eventos e integra a programação do 3º Pomeroder Winterfest.

O festival terá restaurantes com cardápio diferenciado, demonstração de preparação de pratos no Espaço Gourmet Mueller, mostras do Roteiro Arte & Charme, apresentações culturais e musicais, cervejarias artesanais, vinhos da região, pão e cucas assados em forno à lenha e doces e pratos alemães.

Até sabádo, o festival ocorre das 18h às 24h. Domingo, das 11h às 16h. Dias 20, 21 e 22, às 20h, o chef Heiko Grabolle estará no Espaço Gourmet Mueller. Ele também estará presente domingo, às 11h30min. Dias 23 e 24, às 20h, o espaço terá a chef Mariza Scolari Santiago.

Pomerode é uma cidade do Vale do Itajaí em Santa Cataria, localizada próximo a Blumenau e Joinville, com seus 22.000 habitantes é considerada a cidade mais Germânica do Brasil. Principal pólo gastronômico da região e é onde são feitas as famosas Porcelanas Schmidt.

Fica a dica caso tenham interesse em conhecer uma Santa Catarina menos litorânea e aproveitar para comer bem.

Mais sobre Pomerode http://www.pomerode.sc.gov.br/

Abraços, Chef Du.


Pesos & Medidas

Olá, olá, o semestre acabou as provas e trabalhos se foram, assim como a clássica gastronomia da França, Espanha, Itália e Portugal, logo, é hora de atualizar o blog.

Bom, estes dias uma colega minha de trabalho, a Angela achou uma receita na internet, deve ser de um blog da concorrência, mas não faz mal, o importante é buscar receitas. Ela me comentou que a receita era fácil de preparar mas as medidas estavam em gramas e em mililitros e dessa forma ficou complicado acertar a receita pois ela não tinha uma balança.

Com a pretensão de ajudar ela e tantos outros que perdem a vontade de fazer uma receita pois a mesma não está em xícaras ou colheres, segue abaixo uma tabela de conversão assim como uma lista de ingredientes clássicos e as conversões.

– Líquidos (leite, água, óleo, bebidas alcoólicas, café, etc.)

1 xícara = 240 ml
1/2 xícara = 120 ml
1/3 xícara = 80 ml
1/4 de xícara = 60 ml
1 colher (sopa) = 15 ml
1 colher (chá) = 5 ml

1 Litro =4 copos americanos 1000 ml

1 Xícara =16 colheres (sopa) 240 ml

1 Colher (sopa)=3 colheres (chá) 15 ml

1 Colher (chá)=1/3 colher (sopa) 5 ml

– Chocolate em pó (cacau em pó)

1 xícara = 90 g

1/2 xícara = 45 g

1/3 xícara = 30 g

1/4 xícara = 20 g

1 colher (sopa) = 6 g

– Manteiga (ou margarina)

1 xícara = 200 g

1/2 xícara = 100 g

1/3 xícara = 65 g

1 colher (sopa) = 15 g

– Açúcar

1 xícara = 180 g

1/2 xícara = 90g

1/3 xícara = 60 g

1/4 xícara = 45 g

1 colher (sopa) = 12 g

– Farinha de trigo

1 xícara = 120 g

1/2 xícara = 60 g

1/3 xícara = 40 g

1/4 xícara = 30 g

1 colher (sopa) =7,5 g

– Canela em pó               Colher chá =1,5g Colher sopa =5g

– Fermento químico         Colher chá =4g   Colher sopa =12g

– Amido de milho            Colher chá =2,5g Colher sopa =8g

– Mel, melado e glucose Colher chá =7g   Colher sopa =21g

– Raspa de cítricos         Colher chá =6g Colher sopa =18g

– Pimenta-do-reino e sal  Colher chá =5g Colher sopa =15g

– Óleo/Azeite                  Colher chá =4g ou 5ml  Colher sopa =12g ou 15ml

– Gelatina em pó                         Colher chá =3g Colher sopa =9g

– Ovos

1 ovo = inteiro 55 g a 60 g ou 60 ml

1 clara = 40 g ou 30 ml

1 gema = 15 g ou 20 ml

Lembre-se que cada alimento tem um peso específico diferente, ou seja, 1Kg de chumbo tem o mesmo peso de 1Kg de isopor, mas os volumes são diferentes. Isso fica claro na conversão de farina e açúcar.

Um utensílio muito útil e de fácil aquisição, qualquer R$1,99 tem, é um copo de medidas, neste copo, além de ter as medidas em ml, tem o padrão de uma xícara ½ xícara e assim por diante, desta forma é mais fácil estipular um padrão, já que os copos e xícaras no Brasil não seguem um padrão.

Essa dica é muito boa para quando se tem a necessidade de efetuar receitas de confeitaria, que requerem mais precisão nos ingredientes.

Espero que ajude e sirva de incentivo a botar a mão na massa.

Abraços.

Chef Du.


Bolo de banana pra frente Brasil

Quem é vivo sempre aparece, então, depois de um longo período de turbulências, provas, trabalhos, estou voltando a escrever um post. Aproveitando que estamos às vésperas de mais uma copa, vou postar uma receita que utiliza um dos ingredientes mais emblemáticos do Brasil, a banana.

Essa receita é de um bolo de banana que pode ser servido com um sorvete de creme e calda de mel, melado ou chocolate mesmo, como se fosse um Brownie.

Esse bolo de banana tem uma lista de interessados grande, então essa receita vai para duas pessoas, a Vander lá do pólo petroquímico e para o Sérgio lá do Rio de Janeiro. Espero que a receita faça sucesso.

Ingredientes:

4 bananas maduras

1 ½ xícaras de açúcar mascavo

2 ovos

¼ de xícara de óleo de canola ou girassol

1 colher de sopa de fermento (não muito cheia)

1 xícara de farinha de pão

75 gramas de banana em passa

Manteiga para untar

Farinha de trigo para empanar a banana em passa

Modo de preparo:

Descasque e pique as bananas dentro do liquidificador junto com o açúcar, os ovos, o óleo e o fermento. Bata tudo até todos os ingredientes se misturarem e a banana virar um creme.

Em um recipiente coloque o creme de banana e misture com a farinha de pão e a banana em passa, previamente picada e passada na farinha de trigo. Passe as rodelas de banana passa pela farinha de trigo cobrindo toda ela para que elas não fiquem no fundo da forma na hora do cozimento. Coloque mais farinha de pão se o preparo ficar muito cremoso.

Pré aqueça o forno a 180°C (fogo médio).

Coloque a massa do bolo em uma forma (redonda ou retangular e de tamanho médio), untada com manteiga e farinha de pão, se quiser corte uma banana e decore o fundo da forma antes de despejar a massa.

Asse o bolo em fogo médio durante 30 a 40 minutos, lembrando que ele será servido como um Brownie e não deve ficar muito assado e não vai crescer como um bolo normal.

Desenforme e deixe a parte do fundo com as bananas decoradas para cima, sirva quente com sorvete de creme e calda de melado.

Aproveitem os momentos de folga do trabalho, no período dos jogos do Brasil e experimentem esse bolo de banana, quem já comeu sabe que vale a pena.

Abraços Chef Du.


Sopa de Alho

Olá, fiquei um tempo longe do blog pois estava com provas e trabalho na faculdade então agora com tudo voltando a normalidade posso retomar os posts.

Parece que o frio está chegando e com essas mudanças de temperaturas os resfriados também, então para esquentar e curar tenho uma receita de sopa de alho no mínimo interessante.

Essa receita é de origem espanhola, visto que pelas influências árabes eles utilizam muito alho em suas comidas, vide o Gaspacho de tomates, clássico da culinária espanhola.

Ingredientes (4 pessoas)

  • Pão Branco duro – 250g
  • Azeite de oliva – 10 colheres de sopa
  • Alho picado – 6 a 8 dentes
  • Páprica doce – 1 colher de chá
  • Páprica picante – 1 colher de chá
  • Sal a gosto
  • Caldo de carne – 1 litro ou mais
  • Ovos – 4

Modo de preparo:

1.Corte o pão branco em cubos grandes. Aqueça o azeite em uma panela grande e coloque o pão e frite-o até dourar. Junte os alhos e deixe ganhar um pouco de cor. Tempere com o colorau e o sal e regue com o caldo de carne até o caldo cobrir os pães. Deixe cozinhar em fogo baixo durante cerca de 15 minutos.

2. Passe o preparo em um mixer ou liquidificador até atingir uma consistência de creme. Acerte os temperos.

3. Distribua a sopa por 4 tigelas que possam ir ao fogo. Distribua a sopa nestas 4 tigelas e quebre cuidadosamente um ovo em cada tigela e leve ao forno previamente aquecido a 200 graus durante cerca de 10 minutos. Sirva a sopa muito quente.

Para acompanhar temos um vinho Boscato Cabernet Sauvignon 2005 que deve harmonizar perfeitamente.

Se cuidem.

Chef Du.


Bacalhau está na moda

Atendendo aos pedidos vou colocar uma receita de bacalhau bem interessante, pois tem um toque de Brasil e pode ser servida como uma salada quente, de entrada ou mesmo como prato principal, ou seja, uma receita bem versátil e muito saborosa.

Essa receita não é muito difícil, o mais complicado é dessalgar o bacalhau, mas nos mercados já é possível, principalmente nesta época do ano, comprar bacalhau já dessalgado.

Feijão Branco com Bacalhau e Alho Poro (2 PESSOAS)

  • Bacalhau dessalgado – 150 gramas
  • Feijão branco – ½ xícara
  • Folha de louro – 1 unidade
  • Azeite de oliva – 2 colheres de sopa
  • Cebola bem picada – ½ cebola
  • Talo de alho poró cortado em rodelas – 1 unidade
  • Tomate cereja partido ao meio – 6 unidades
  • Folhas de manjericão – quanto bastem

Modo de preparo

Lave o bacalhau e coloque de molho numa tigela com 2 litros de água. Deixe na geladeira por 24 horas, trocando a água no mínimo 4 vezes. Deixe o feijão de molho em outra tigela com 1/2 litro de água. No dia seguinte, escorra a água, coloque o bacalhau numa panela e adicione 1/2 litro de água. Cozinhe até o bacalhau ficar macio e retire do fogo. Escorra a água e desfie o bacalhau, eliminando as espinhas. Reserve. Cozinhe o feijão na panela de pressão, com uma xícara e meia de chá de água e as folhas de louro. Leve ao fogo uma panela com o azeite de oliva (reserve 1 colher de chá), a cebola e o alho poró e refogue, por 3 minutos, ou até os legumes ficarem macios. Adicione o bacalhau, o feijão e os tomates e refogue, mexendo de vez em quando cuidadosamente, por mais 3 minutos. Retire do fogo, distribua nos pratos, regue com o azeite de oliva reservado.

Bom apetite e boa páscoa a todos, quem sabe da tempo de colocar uma receita de chocolate.

Chef Du

Bacalhau in natura para quem não conhece


Siga La Vaca… ou não!

Bem, como sabem, nas minhas últimas férias fui para a Argentina de carro e assim pude ficar alguns dias em Buenos Aires, a Paris das Américas como fala um professor meu, realmente faz certo sentido esse comentário dele, mas fica para outro post. Chegamos à cidade por volta das 22:00 horas e não tínhamos reserva em hotel, só o endereço de alguns, depois de rodar acabamos ficando em um já conhecido. Depois de fazer chek-in e largar o carro no estacionamento, pegamos um típico taxi argentino e fomos ao “Puerto Madero”, belíssimo bairro Argentino com excelentes restaurantes. Como já passava das 23:30 decidimos não procurar muito e por indicações fomos no tão falado Siga La Vaca Parrilla Argentina.

Chegando lá, depois de quase enfartar no taxi visto que o taxista era um tanto quanto nervoso, descobrimos que o local era grande e que tinha uma fila de mais ou menos 30 minutos, parte ruim, a parte boa é que era algo em torno de R$35,00 por pessoa, com carne, salada, queijos, embutidos a vontade, uma sobremesa por pessoa e opção de uma garrafa de vinho, refrigerante ou jarra de chope, ou seja, parecia ser uma ótima escolha.

Bom, finalmente depois da espera, sentamos a mesa e ai sim começou os problemas, mesa suja, falta de itens no Buffet, comidas velhas, muito mais muito barulho, confusão, o serviço de carnes era ruim, não dava para escolher as carnes o atendente jogava-as no seu prato como se estivesse jogando para os cachorros e ainda fazendo piadinhas sem graça. O vinho estava tranquilamente a uns 25°C, morno e assim nem um ótimo vinho consegue agradar, mas o fato é que o vinho era ruim mesmo. Por final a sobremesa, ao menos essa conseguiu agradar eu pedi um belo pudim e um cheesecake para a minha esposa.

Onde quero chegar com isso, não achei no final das contas que o valor foi barato, preferia ter pagado mais caro e ter tido uma bela refeição com um belo vinho, minha dica é que não comam Parrilla nestes lugares, vão a restaurantes que tu podes escolher o corte e o ponto e eles te servem a mesa, o sabor da carne e os ambientes são muito melhores.

Mais uma vez, não confundam o comer bem com o comer até dizer chega, quem indicou achou bom porque comeu por 2 e pagou só por um, mas e o resto? Para um restaurante ser bom, tem que ter mais do que muita comida e ser barato. Essa é a minha opinião, não quero mudar o mundo, mas só dar um outro ponto de vista.

Até a próxima!

Chef Du.


Lasanha de Brócolis

Caros, a pedido de um amigo que está morando em Natal e que não entende muito do mundo gastronômico, estou colocando uma receita que é muito simples e saborosa. Com certeza este prato vai fazer com que ele e a sua esposa lembrem do Rio Grande do Sul, e este é um dos motivos da gastronomia ser tão valorizada.

A receita é uma lasanha de brócolis adaptada para aqueles que não são apreciadores do vegetal.

Ingredientes (para 2 pessoas):

  • 300g de queijo mussarela (melhor sobrar do que faltar);
  • 200g de brócolis hibrido (uma cabeça média);
  • 1 pacote de massa de pastel pequena;
  • 1 potinho de requeijão;
  • Sal e pimenta a gosto;

Modo de preparo:

Lavar bem o brócolis e retirar o excesso de talos, picar as flores em tamanhos médios.

Em um recipiente, misturar o brócolis com o requeijão, sal e pimenta e reservar. Aquecer uma panela baixa ou pequena com um pouco de água, passar as massas de pastel na água quente e montar a lasanha em uma forma pequena e alta, na seguinte ordem, molho de brócolis e requeijão, queijo, massa de pastel e queijo novamente, molho, queijo, massa e queijo, faça umas 3 camadas cobrindo a última camada com massa de pastel e queijo. Leve ao forno pré aquecido em fogo médio por cerca de 30 minutos ou até a camada de queijo dourar.

Lembre de ir passando as massas de pastel no momento de montar as camadas.

Sirva com arroz ou com uma salada de tomates.

Um Malbec argentino cai como uma luva, mas em Natal um belo suco de abacaxi com horletã também serve.

Abraços e bom proveito.

Chef Du.


Starbucks

Essa é para quem gosta de café.

Sempre que tenho a oportunidade de ir a uma Starbuks eu vou, seguidamente vou a cidades que possuem uma de suas cafeterias, e São Paulo é uma dessas cidades, por sinal, várias, então tomei nos dois dias do final de semana que estive por lá, e nas férias passei por Buenos Aires e também aproveitei. Sempre que estou em uma me pergunto o motivo de Porto Alegre não possuir uma, pelo menos uma, cafeteria da Starbuks, fico imaginando uma na Padre Chagas, onde já existem diversas cafeterias e o clima, pede uma cafeteria do estilo da Starbuks. Talvez os mais tradicionais vão dizer que não pode ter uma na Padre Chagas, mas então que coloquem no Iguatemi ou no elitizado Barra Shopping, acredito que tem público para uma Starbuks em POA.

Se alguém souber o motivo de isso não ocorrer, por favor, me avise.

E se tiver a oportunidade de ir a uma, não perca a chance, e se gosta de café ainda é possível comprar pó de diversos aromas e intensidade.

Fica a dica.

Chef Du.


Capital Gastronômica

Olá a todos, fiquei um tempo de férias e sem acesso ao Blog, mas agora estou de volta e tenho muitas informações para postar, então… não deixem de conferir. Aqui vai uma.

No final de semana do dia 20/01/2010 fiquei na capital nacional da gastronomia, São Paulo. Conhecida internacionalmente por ser um pólo gastronômico São Paulo tem infinitas opções de bares e restaurantes, mesmo assim, fui incumbido de elaborar um jantar para o meu colega de trabalho, afinal eu estava hospedado em sua casa. Optei por um risoto de camarão na manteiga e cebolinha com pêra, que ficou muito bom por sinal, regado com boa conversa e 2 garrafas de vinho branco Torrontes.

Já na noite seguinte optamos por ir ao bairro do Bexiga, tradicional bairro italiano em São Paulo. Na Rua Treze de Maio é onde ficam concentrados os restaurantes, cantinas e pizzarias de diversos estilos, mas basicamente todos mantêm um cardápio semelhante. Escolhemos a Cantina Lazzarela, um local ímpar, o restaurante mais parece um largo corredor, com música italiana ao vivo, decoração colorida e um galo empalhado que de tempos em tempos produzia sons indescritíveis, local com muito barulho, mas em uma medida que não atrapalhava e dava um clima todo especial ao local, e ainda é possível participar deste barulho já que ao lado de cada mesa, pendurado na parede, tem chocalhos feitos com cabo de vassoura e tampinhas achatadas.

Para o jantar pedimos uma perna de cabrito assada no forno com polenta e batatas assadas, muito saboroso e certamente a porção é para 4 pessoas, estávamos entre 3 e sobrou. Para acompanhar um cabernet (concha y toro), sem muita expressão, pois o vinho Bolla, estava com um valor muito acima do que esperávamos pagar.

Até aqui tudo muito bom feito com atenção e muito sabor, mas o serviço deixou muito a desejar, mesmo sendo um local mais rústico o serviço poderia ser melhor, alguns exemplos, o garçom serviu meio quilo de carne para a única senhorita da mesa, derramou vinho no prato e seguidamente apresava o final da nossa refeição. Mas no fim acredito que vale a pena, pois o local é tradicionalíssimo e até o Rei Roberto Carlos já saboreou a perna de cabrito na Cantina Lazzarella.

Então, se tiver a oportunidade de ir a São Paulo não deixe de conferir o bairro do Bexiga e… tarataratatarataraaaaaa.

Chef Du.


Surpreenda-se

Olá, depois de um tempo sem post, pois estou em viagem, segue um para complementar e ilustrar a questão do serviço.

Agora em Janeiro fui ao Puppi Baggio, um restaurante que possui na verdade 3, um localizado no segundo andar, que é uma típica cantina italiana, um ambiente aconchegante com diversas fotos antigas e decorado com artefatos utilizados pelos imigrantes italianos, o Puppi Bagio – Pastas & Molhos. Abaixo uma loja de vinhos a Vinum, com excelentes rótulos que além de comprar e levar para casa, é possível comprar e tomar com a refeição escolhida. Ao lado uma pizzaria D.O.C. (Denominação de Origem Controlada), para se conseguir esse título a pizza precisa de uma série de pré-requisitos como, massa com borda alta (de 1,5 a 2,3 cm), deve passar por fermentação mínima de 6 horas, ser assada em forno à lenha com temperaturas superiores a 350°C, ser feita com farinha de trigo 00, coberta com molho de tomate de baixa acidez, mussarela de alta qualidade e regada com azeite extra virgem. Todos são controlados por integrantes da família Baggio, a pizzaria é controlada pelo Alexandre Baggio, que é meu professor na Unisios.

Bom onde quero chegar, refeição excelente, sim claro, mas o atendimento 110% diferenciado, quase como se estivesse comendo na casa da “mama”, e como isso tudo é possível? Lugar pequeno, na cantina no máximo 50 pessoas e a pizzaria foi projetada para se aproveitar o que o belo bairro Moinhos de Vento tem, com não mais que 8 mesas dispostas na calçada e uma bela vista da sua pizza sendo executada. Mas aí você se pergunta, se paga a diferença, certo? Não, não gastei mais do que gastaria em um rodízio de pizzas ou massas, e com mais de 100 pessoas comendo ao mesmo tempo, isso impossibilita dar a atenção adequada ao cliente.

Então minha sugestão é de trocar rodízios ou restaurantes grandes por lugares como o Puppi Baggio, pois além de uma bela refeição com um atendimento exclusivo, terá uma surpresa agradável na hora de pagar a conta.

Aproveite a dica do restaurante e mude seus costumes.

Puppi Baggio
Dinarte Ribeiro, 36 Moinhos de Vento – Porto Alegre
(51) 3346-3630
Mais informações Food Porto Alegre


O que faz a diferença?

O que faz a diferença na hora de escolher um restaurante? A comida, bebida, ambiente, o chef, a publicidade ou quem sabe o serviço. Há algum tempo, tenho uma teoria de que hoje em dia é fácil encontrar restaurantes com uma boa comida e bebida, de valores semelhantes e com ambientes diferenciados, mas muitos estão pecando na hora do serviço. Serviço bom nem sempre é aquele onde temos um garçom o tempo todo ao lado, mas quando necessitamos de alguma coisa ele está atento, ou ainda uma recepção com um sorriso uma atenção por poucos segundos na entrada e na saída podem fazer a diferença na hora da avaliação final do cliente quanto ao estabelecimento. E ainda o mais interessante é que normalmente não custa nada para o restaurante.

Uma regra que tenho para avaliar se volto ou não a um estabelecimento, é que ao ser mal atendido na primeira vez, volto ao menos mais duas e caso o problema persista não volto mais, afinal esse é o poder do consumidor.

Lembrando que o cliente também deve ter um comportamento dentro do esperado e não achar que só por estar pagando pode agir de qualquer maneira. Certo!

Bom, isso ainda vai render mais posts por isso…

Volte Sempre!


Petit Gateau

Olá a todos, espero que a primeira receita tenha feito sucesso. Para complementar a refeição, estou colocando a receita de uma sobremesa clássica, Petit Gateau.

Essa sobremesa é caracterizada por  ter uma casquinha fina de bolo com um recheio cremoso que é a própria massa do “bolinho”, não é um recheio inserido.

Petit Gateau (rendimento 10 forminhas)

Ingredientes:

Farinha de trigo – 50 gramas ou 3 colheres de sopa (cheias)

Açúcar  – 50 gramas ou 3 colheres de sopa

Ovos inteiros – 2 unidades

Gemas – 2 unidades

Manteiga – 100 gramas (1/2 tablete)

Chocolate meio amargo – 100 gramas (2 tabletes da embalagem de 500 gramas)

Modo de Preparo:

  • Pré aqueça o forno a 210°C, em casa ligue o forno no inicio do preparo em fogo alto.
  • Derreta o chocolate em banho Maria ou no micro-ondas, cuidando para não queimar.
  • Derreta a manteiga.
  • Misture a manteiga derretida no chocolate derretido.
  • Misture os ovos, as gemas e o açúcar, batendo bem.
  • Misture os ovos e o açúcar na mistura de chocolate e manteiga.
  • Por fim peneire a farinha aos poucos na mistura batendo bem para não ficarem grumos de farinha.
  • Separe de 10 a 12 forminhas, estilo para pão de queijo, de preferência de teflon.
  • Unte com manteiga derretida e farinhe bem com farinha
  • Coloque a mistura nas forminhas até o topo
  • Coloque as forminhas em uma forma maior e asse por cerca de 4 minutos ou até descolar as bordas da forminha.

Retire das forminhas com cuidado descolando as laterais e virando as forminhas sobre um prato limpo. Sirva quente com uma ou duas bolas de sorvete de creme ou flocos.

Experimente saborizar a massa com algo de sua preferência, por exemplo, Pimenta, não a moída e nem a em pó e sim a malagueta.

Bon Appétit


Boa Pedida para o Verão

Caros, no último sábado dia 02 de janeiro de 2010, fui a Porto Alegre em busca de alguns livros e aproveitei para conhecer uma pizzaria que a um bom tempo estava querendo ir, a Baskaria. Localizada no Moinhos e eleita uma das melhores pizzarias de Porto Alegre, tem uma excelente reputação. Mas não fica só na reputação, é um bom local para desfrutar de uma boa pizza, com massa tradicional e de sabores criativos, um bom ambiente externo para aproveitar o entardecer na capital dos Gaúchos.

Ótima pedida para os dias quentes e longos do verão.

Maiores informações no site da Baskaria. www.bazkaria.com.br


Massa ao Molho de Burro e Sálvia

Como primeira receita, estou passando uma divina massa que não demora mais do que 10 a 15 minutos para ser prepara. O nome parece um pouco estranho, mas burro em italiano significa manteiga, e é um ótimo molho para massas frescas (caseiras).

Ingredientes (2 pessoas):

200 gramas de massa (seca ou fresca, mas de preferência para as massas largas como Talharim e Tagliatelle;

100 gramas de manteiga sem sal;

10 folhas de sálvia fresca;

50 gramas de queijo ralado, parmesão ou grana padano;

Preparo:

1 – Em uma panela ferva a água para a massa, coloque uma colher rasa de sopa de sal e adicione a massa.

2 – Quando faltar uns minutos para a massa ficar pronta derreta a manteiga em uma frigideira ou panela rasa de tamanho médio e adicione a sálvia rasgada na hora. Não deixe queimar.

3 – Retire, com um pegador, a massa e adicione na manteiga misturando. Adicione um pouco de água da massa na manteiga para formar um molho.

4 – Após adicionar toda a massa e misturar bem o molho, desligue o fogo e coloque o queijo ralado

Sirva em pratos individuais e aqueça quando for servir novamente. Decore com uma ou duas folhas de sálvia.

Para acompanhar sugiro um vinho branco da uva Riesling.

Bon appetit!


Boas Vindas!

Bem vindos, este blog tem alguns objetivos como o de se tornar um livro de receitas, de passar informações úteis de restaurantes e lugares para comer e beber assim como dicas e informações sobre vinhos. As receitas aqui postadas serão do tipo simples, fáceis e saborosas, para que todas as pessoas possam, em casa, executar excelentes refeições. Algumas dicas para tornar aqueles pratos do cotidiano, mais saborosos também podem ser encontradas aqui.

Em fim, este é um espaço voltado para a Gastronomia e tudo que acontece neste mundo, não esquecendo os eventos, cursos e qualquer informação pertinente sobre este mundo. Mais uma vez, bem vindos e aproveitem o máximo.


Quem sou eu?

Bom, meu nome é Carlos Eduardo, tenho formação técnica e trabalhei por muitos anos na área de automação industrial. Ao final de 2011 me formei no Curso Superior em Gastronomia da UNISINOS, em São Leopoldo no Rio Grande do Sul.

Durante toda a minha formação trabalhei em paralelo como Personal Chef, efetuando eventos personalizados, treinamentos, workshop entre outros serviços voltados a gastronomia.

Em 2011, como parte da minha formação, efetuei o estágio obrigatório em dois restaurantes do Claude Troisgros, CT Broucherie e o famoso Olympe.

http://gnt.globo.com/quemarravilha/

Hoje, atuo em tempo integral como personal chef, com consultoria para restaurantes e bares além de possuir uma cervejaria artesanal desde 2010.